Os dias escorreram e se fundiram com os lugares... "Tenho que escrever isso!". A todo momento explodia a sentença.
Agora dá? Na fronteira? Definitivamente nao. 40 dólares a menos e a cabeça inebriada, pasma e faminta tenta se distrair com os novos ares. E entao, no silencio, Cuenca se espalha diante de mim com as peças em um encaixe que qualquer lógica ficaria longe de conceber. Queria eu viver em um lugar daquele mesmo crepom.
Baños. Quito. As pernas nao param mesmo. Os hemisférios se escondem do meu saltitar.
A terminar...
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Um comentário:
as pernas não devem para mesmo, nunca.
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