terça-feira, 18 de agosto de 2009
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
dentro
Acordei procurando pela poesia perfeita e pela melodia irretocável. Quis desenhar a caverna mais confortável, dentro da qual eu pudesse com toda segurança revirar organizar e novamente espalhar tudo o que fervilha nos interstícios. As saudades prematuras, a insegurança diante de tudo que me aguarda indiferentemente atrás da janela... Porra!
Pude chorar, não por melancolia ou desespero, mas por ter conseguido olhar as minhas próprias carências e assumi-las sem que isso me parecesse uma amputação. Sim, era eu e jogar fora havia finalmente deixado de ser um imperativo. Tenho devaneios, ansiedades, paixões. Afinal, que mal há nisso?
Um telefonema pareceu uma boa idéia. Desconexo, é certo, mas isso não me preocupa. Acredito que as retas já se traçaram de tal forma que, por mais densas que sejam as palavras, não seriam elas capazes de descartar aquilo que se consolidou para além de qualquer vontade ou controle.
(sim. é pra você)
Pude chorar, não por melancolia ou desespero, mas por ter conseguido olhar as minhas próprias carências e assumi-las sem que isso me parecesse uma amputação. Sim, era eu e jogar fora havia finalmente deixado de ser um imperativo. Tenho devaneios, ansiedades, paixões. Afinal, que mal há nisso?
Um telefonema pareceu uma boa idéia. Desconexo, é certo, mas isso não me preocupa. Acredito que as retas já se traçaram de tal forma que, por mais densas que sejam as palavras, não seriam elas capazes de descartar aquilo que se consolidou para além de qualquer vontade ou controle.
(sim. é pra você)
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